fevereiro 05, 2010

Estacionamento da Facilpa ganha mais 600 vagas

A Facilpa 2010 reserva grandes novidades para o público que visitar o recinto de exposições José Oliveira Prado entre os dias 30 de abril e 9 de maio deste ano. Uma delas é a acomodação do público que vai de carro à festa e utiliza os estacionamentos oficiais.

A compra de uma nova área contígua ao recinto de exposição vai possibilitar a ampliação do estacionamento oficial em seiscentas vagas. “Os estacionamentos administrados pela Associação Rural, que têm segurança especializada e todos os requisitos legais para funcionar durante a Facilpa 2010, poderão receber até 3 mil veículos. Agora serão quatro locais de fácil acesso para o público chegar e localizados em áreas no entorno do recinto”, antecipa José Oliveira Prado, coordenador da festa.
Compra de nova área melhora infraestrutura da festa em 2010 e amplia acessos e acomodações no recinto de exposição

Prado diz que a Associação Rural sempre teve a preocupação em receber bem os veículos que acessam o recinto pela avenida dos Estudantes. Agora, um novo acesso pelo final do Jardim Village vai conduzir o fluxo de veículos para o novo estacionamento. “Será um acesso mais fácil para o público chegar à Facilpa 2010, especialmente para quem vem de cidades da região”, prevê Prado.

Outro investimento na infraestrutura do recinto de exposição é a nova cabine de energia elétrica que abastece a festa. “É uma obra desenvolvida em parceria com o Departamento de Engenharia da Prefeitura para atender às especificações técnicas da distribuidora e resolver o problema de abastecimento de energia elétrica. Além de reduzir o consumo durante a festa, vamos suprir a demanda para garantir iluminação e energia durante shows e rodeios, funcionamento do parque, da praça de alimentação, das áreas de circulação, estacionamento e exposição. É um detalhe que a gente só percebe a importância dele se a energia faltar em uma noite de recinto lotado de visitantes”, lembra o coordenador da festa.

Serviço:
O recinto de exposições José Oliveira Prado fica na rua Lázaro Brígido Dutra, 300, telefone (14) 3263 1411. Site: www.facilpa.com.br. 33ª Facilpa, de 30 de abril e 9 de maio de 2010.



Imprensa:

Saulo Adriano (14) 9701 1232 – Nextel 7834 8223

Propagare Digital



Inscrições no ProUni serão abertas no sábado

Da Agência Brasil

Estarão abertas a partir de amanhã (6), até o dia 10 deste mês, as inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni). Serão oferecidas 165 mil bolsas de estudo, sendo 86 mil integrais e 79 mil parciais (o aluno paga 50% da mensalidade). São 1.399 instituições de ensino superior que integram o programa.

O anúncio foi feito hoje (5) pela secretária de Educação Superior do Ministério da Educação, Maria Paula Dallari Bucci. Neste ano, são oferecidas quase 10 mil vagas a mais. Em 2009, foram concedidas 156 mil bolsas.

Estão aptas a participar da seleção pessoas que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco provas (ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias e redação). Não poderão participar alunos que já estejam estudando em outra instituição pública.

As bolsas integrais são destinadas a quem tem renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Pode receber as parciais quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa. É exigido também que o aluno tenha cursado todo o ensino médio em escola pública ou com bolsa integral em caso de ensino particular.

As inscrições serão em duas etapas. O candidato não selecionado para a primeira poderá fazer nova inscrição entre 4 e 7 de março. Em cada etapa, o interessado poderá escolher até cinco opções de curso e instituição. Os resultados da primeira etapa serão divulgados no dia 13 de fevereiro e os da segunda no dia 10 de março.

Para a inscrição, o aluno deve entrar na página eletrônica www.mec.gov.br/prouni e informar o número de inscrição no Enem e o Cadastro da Pessoa Física (CPF). A matrícula nas instituições será feita a partir de 17 de fevereiro.



Ex-vereador de Botucatu, Álvaro Picado morre de ataque cardíaco

Às 5h de sexta-feira (5), Botucatu perdia parte de sua história política. Isso porque, aos 77 anos, o ex-vereador Álvaro Picado Gonçalves falecia no Hospital das Clínicas (HC-Unesp), vítima de um ataque cardíaco.

Álvaro Picado Gonçalves exerceu com honra e dignidade a função legislativa por quatro mandatos – 1964-1968; 1973-1976; 1977-1982; e 1997-2000 –, e, por isso, pode vivenciar substancialmente a histórica política de Botucatu.

Entre os projetos que defendeu ao longo de sua carreira política está a criação da Semana Angelino de Oliveira, festividade cultural que congrega atividades em escolas e espaços públicos do Município que valorizam e resgatam a história e as características locais.

No campo partidário, militou pela União Democrática Nacional, Partido Democrata Cristão, Partido Republicano e a ARENA. Em seu último mandato, foi eleito pelo Partido Progressista Brasileiro (PPB).

Paralelamente à carreira política, Álvaro Picado Gonçalves foi o Fundador e construiu a sede própria da Associação de Moradores da Vila São Lúcio; foi Presidente da Liga Botucatuense de Futebol, Presidente da “Casa Pio São Vicente de Paula - Asilo Padre Euclides” por três anos e meio; além de ter tido participação ativa na administração Associação Atlética Ferroviária (AAF).

Para homenagear um dos personagens mais ilustres da política botucatuense, o presidente da Câmara Municipal de Botucatu, vereador Reinaldinho (PR) – representando toda a equipe da Casa –, fará a entrega de uma bandeira do Município à família do ex-vereador.

O corpo de Álvaro Picado Gonçalves será velado no Complexo Funerário Orlando Panhozzi, a partir das 13h, mesmo horário em que a homenagem da Câmara será realizada. O enterro acontece no sábado (6), às 9h, no Cemitério Portal das Cruzes.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Câmara Municipal de Botucatu
Foto: Arquivo/CMB



Bicicletas de bambu e maconha - um meio de transporte muito louco

O norte americano Craig Calfree vem construindo em sua oficina, na costa da Califórnia, bicicletas utilizando o bambu. O trabalho fez dele um conceituado designer de quadros de bicicleta e o transformou, no mestre zen dos fabricantes de 'bike'.

Apesar do material parecer inusitado, o bambu está sendo utilizado com frequência e já se tornou um segmento na construção de bicicletas. Essa geração de fabricantes que utilizam materiais ecológicos e reaproveitáveis tem garantido um meio de transporte ecológico, leve, fortes e confortáveis.

Outros profissionais que deixaram de lado a fibra de carbono e o alumínio são: o engenheiro eslovaco Brano Meres, e o ciclista profissional californiano Nick Frey.

Um dos maiores destaques fica com Nicolas Meyer, que se detaca com a teconologia no uso da fibra de maconha. Material que tem apresentado resultado significativo em provas de triatlo.

O mais experiente entre os fabricantes é o designer Calfee. Ele é considerado o mais experiente da nova geração de construtores. Conhecido há anos pelo trabalho de vanguarda no desenvolvimento de bicicletas de elite, e no uso da fibra de carbono. Modelos utilizados porm ciclistas como Greg LeMond, tricampeão da Volta da França, levam a sua marca.

tudo começou em meados dos anos 1990, queno o enegenheiro partiu em busca de novos materiais e ideias que atraísse a atenção dos visitantes de uma feira de bicicletas. O profissional buscava algo que fosse além da boa ideia sua intenção era atrair visitantes e hipnotizar o público.

A idéia quanto à utilização do inusitado material foi sugerida pelo seu cão. O animal de estimação brincava eufóricamente com um pedaço de bambu, quando o soltou, Calfee percebeu que ele estava praticamente intacto. DEscobriou alí um material incrível e percebeu que havia encontrado o que procurava. A feira teria naquele ano, uma bike com quadro feito de bambu.

O protótipo utilizou bambu californiano. O material tinha opouca flixibilidade mas cumpriu a missão de chamar atenção dos visitantes.

Sem desistir da ideia, Calfee passou a experimentar novas possibilidades com o bambu e encontrou desvantagens, o material rachava ao meio com facilidade.

Sem desisitir da intenção inicial e após muitas tentativas ele resolveu o problema defumando o bambu e temperando com calor. com o passar dos anos o método desenvolvido por Calfee foi aprimorado e atualmente, a planta passa por um processo que dura quatro meses antes que possa ser utilizada.

O designer também envolveu as fibras de maconha e de bambu com resina epóx, mesmo amterial que utilizou para unir os tubos de bambu.

Maais de cem modelos foram feitos antes de atingir a bicicleta ideal, um modelo em que poderia confiar. Um quadro que absorve as vibrações muito melhor do que o de fibra de carbono. "As bicicletas de bambu proporcionam um pedalar mais suave", afirma.

Outra vantagem é que a bicicleta tem resistência a impactos, é mais forte que a de fibra de carbono e menos sujeita a quebras. Os resultados foram confirmados depois que os quadros foram testados no laboratório de testes de bicicletas EFBe na Alemanha. Para quem acredita na economia oferecida pelo bambu chega uma decepção, um quadro de mountain bike custa aproximadamente US$ 2.700 (R$ 4.700).

Em direção às nações em desenvolvimento.

Mas você se engana se pensa que tais meios de transporte são exclusivos dos endinheirados californianos com consciência ambiental. Calfee achou uma área de atuação completamente nova para as suas bicicletas de bambu: a África.

"Em países em desenvolvimento, as bicicletas são muito importantes para o transporte de bens e para ir à escola ou ao mercado", ele diz. E a maior vantagem das bicicletas de bambu sobre as de aço é que a matéria-prima cresce bem ali.

Calfee fundou a Bomboosera, uma iniciativa apoiada, entre outros, pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia, que apoia o desenvolvimento sustentável em benefício dos pobres de todo o mundo.

O projeto quer ensinar os habitantes de países em desenvolvimento a fazer suas próprias bicicletas com o objetivo final de talvez abrir um negócio próprio.

Em fevereiro de 2008, Calfee ensinou o básico sobre a construção de quadros de bicicleta a três grupos em Gana. Agora há vários projetos em andamento no país. E outros estão sendo planejados, de Uganda e Libéria às Filipinas e Nova Zelândia.

E seus projetos mais recentes são ainda mais ambiciosos: um ônibus escolar em forma de bicicleta. A ideia é que as bicicletas tenham um adulto na direção e seis ou sete crianças a bordo - e todo mundo precisa pedalar.

A nova geração de fabricantes.

De volta aos Estados Unidos, Calfee tem Nick Frey, um engenheiro formado em Princenton e campeão de ciclismo, como concorrente.

Durante seus estudos, Frey passou dois anos desenvolvendo seus próprios quadros de bambu e montou uma empresa junto com quatro colegas de engenharia, a Boo Bicycles no Colorado, também especializada em fabricar bicicletas de bambu.

Outros países também estão começando a entrar em ação. A empresa dinamarquesa de design Biomega, que exibe uma "cultura corporativa responsável", faz lindas bicicletas de bambu e tem um projeto em andamento na Universidade Técnica de Berlim para desenvolver bicicletas similares chamadas Berlin Bamboo Bikes.

O projeto do engenheiro Nicolas Meyer está sediado em Osnabruck, no estado alemão da Baixa Saxônia. Meyer deu um passo adiante e criou uma das primeira bicicletas feitas de canabis.

Em 2008, ele fundou sua companhia, a Onyx Composites, especializada em pequenos projetos de construção e no uso de matérias-primas sustentável.

Mas como parte de seu trabalho mais criativo - e sua necessidade de ter novas bicicletas de triatlo - Meyer criou o protótipo de uma bicicleta feita principalmente de canabis e bambu.

Isso, e seus outros trabalhos, o fizeram ganhar o prêmio de "Melhor Novo Negócio de 2009" em Osnabruck em agosto do ano passado.

Protótipos de canabis com bambu da floricultura.

A mistura de matérias-primas que Meyer faz é particularmente interessante. Ele consegue a canabis em uma loja de maconha e o bambu vem da floricultura. "60% de maconha, 15% de bambu e o resto é carbono e alumínio", ele explica.

Para fazer a bicicleta, Meyer mergulha as fibras de canabis em uma resina térmica de epóxi e depois as enrola em torno de um quadro feito de poliestireno extrudido. E esses materiais explicam a aparência um pouco estranha do quadro.

"Se você quiser entender o quadro, imagine uma série de tiras da maconha", diz Meyer. As tiras suportam muito peso. Mas se curvam sob pressão. Para garantir que o suporte do selim, que é feito com dois tubos, não curve e perca a forma, há uma tira branca de três centímetros ao redor dos tubos.

E como os tubos que formam a bicicleta medem entre 3,5 e 10 centímetros de diâmetro, essa bicicleta é muito mais resistente do que qualquer modelo de fibra de carbono e até de bambu.

Quanto maiores os tubos, mais rígida a bicicleta. Mas isso não torna o quadro da bicicleta mais pesado. Ele ainda pesa cerca de 1,4 kg, aproximadamente o mesmo que um bom quadro de alumínio.

"Uma bicicleta de triatlo nunca é confortável", admite Meyer - mesmo que a bicicleta de maconha pareça muito mais confortável e alivie as vibrações muito melhor do que seu antigo quadro.

Mas, isso não parece um feito muito difícil de alcançar - sua antiga bicicleta tinha 30 anos e era feita de aço.

do Der Spiegel (Alemanha)

Da Rede Social Bambu - www.bamboo.ning.com

Confira abaixo uma galeria com modelos impressionantes de bicicletas feitas com Bambu

 

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

   

  

  
Vídeo mostra a confecção artesanatal de uma bicicleta muito louca