janeiro 25, 2010

Secretaria de Educação leva dois mil alunos à Campus Party 2010

A Secretaria de Estado da Educação levará dois mil alunos do Ensino Médio da rede estadual à Campus Party 2010. Os alunos são estagiários do Programa Acessa Escola e participarão de oficinas, palestras e conferências que serão promovidas pelo evento, considerado o maior do mundo voltado a novas tecnologias e entretenimento eletrônico. Um ônibus será disponibilizado pela Secretaria para levar os estudantes até a feira de tecnologia, que acontecerá entre os dias 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, na capital.

"Nossos alunos terão acesso ao que há de mais moderno em termos de tecnologia no mundo. Poderão se atualizar, capacitar e compartilhar informações com outros participantes. Será uma experiência muito rica para formação", disse o Secretário Paulo Renato Souza.

Serão quatro dias de visita à Campus Party, em grupos de 500 alunos, que terão direito a participar de dois cursos na área de seu interesse.  O evento oferece oficinas, palestras e conferências sobre Desenvolvimento, Rede, Segurança, Design, Software Livre, Robótica, Games, Música, Vídeo, Fotografia, Blog, Simulação e Modding.

Desafio Digital do Acessa Escola

Durante a Campus Party 2010, serão abertas as inscrições para o curso EAD/ Desafio Digital, criado pelo Governo do Estado e voltado aos alunos que concluíram o estágio no Programa Acessa Escola e desejam aprofundar o conhecimento técnico adquirido. O objetivo é oferecer a esses estudantes um curso diferenciado para apresentar as oportunidades de carreira na área de Tecnologia da Informação e introduzir os conceitos técnicos por trás das páginas de Web, desenvolvimento de software e Games.
Alunos são estagiários do Programa Acessa Escola e participarão de oficinas, palestras e conferências sobre novas tecnologias. Secretaria disponibilizará ônibus para levar os estudantes
"Com este curso incentivamos os estudantes que têm interesse em continuar a formação profissional. Será uma oportunidade para conhecerem melhor a área e desenvolverem suas habilidades, além de auxiliá-los na escolha da carreira", disse o secretário Paulo Renato.

Baseado em tecnologias atuais, o curso terá 40 horas e apresentará aos participantes a carreira de desenvolvedor de softwares em três fases, ou três desafios: Desenvolvimento de WebSite; Lógica de Programação através do Simulador de Robô; e Programação de Games. Para avançar à próxima fase ou desafio, o estagiário precisa concluir o desafio anterior, tendo absorvido os conteúdos do material de orientação para cada fase.

Ao final do Desafio Digital, os trabalhos desenvolvidos pelos participantes, trabalhando individualmente ou em duplas, serão avaliados pela coordenação do curso e todos os participantes que alcançarem a pontuação mínima recebem o certificado do Desafio Digital do Acessa Escola.

 As inscrições são livres e poderão ser feitas durante a Campus Party no estande do Governo do Estado. Inicialmente, serão oferecidas500 vagas. O curso começa em março.

Sobre o Programa Acessa Escola

O Acessa Escola é um projeto inovador da Secretaria de Estado da Educação, iniciado em agosto de 2008 com objetivo de transformar as salas de informática das escolas da rede pública estadual em espaços de acesso livre à internet. Inicialmente foi implantado em escolas da capital, depois na grande São Paulo e agora se encontra em expansão no interior. Atualmente, mais de 1.400 escolas em todo Estado oferecem essas salas de informática, e estão equipadas com mais de 25 mil computadores conectados à rede por banda larga, que já contabilizaram mais de três milhões de acessos. A previsão é que até o final do ano todas as escolas com Ensino Médio Regular do Estado de São Paulo (3.547) contem com salas do Acessa Escola em pleno funcionamento. Serão instalados mais de 64 mil computadores.

O Programa prevê ainda a capacitação profissional de alunos para atuarem como estagiários nessas salas de informática. A capacitação é presencial, com formação online complementar, e compreende três módulos:

Módulo 1 - Integração - boas-vindas aos novatos e apresentação de todo o processo de gestão da sala;

Da Secretaria da Educação

Aberta concorrência para construção do Hospital Estadual de Botucatu

Foi aberta e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo dia 22 de janeiro a concorrência para a construção do Hospital Estadual de Botucatu, que será administrado pela Faculdade de Medicina/Unesp (FMB). Este processo aberto na Secretaria de Estado da Saúde, de nº 02/2010, prevê ainda reforma do SND (Serviço de Nutrição e Dietética) e Lavanderia, no Complexo Hospital Estadual Cantídio de Moura Campos, no mesmo município, onde também será erguido o Hospital Estadual.

O encerramento da concorrência acontecerá dia 1º de março e, caso não haja recursos, após escolhida a empresa vencedora terá 30 dias para iniciar as obras. O Edital para consulta está disponível no site: www.imesp.com.br.
Unidade, com capacidade para 60 leitos, será administrada pela Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp
O novo hospital, com capacidade para 60 leitos, deve ser destinado a casos de média complexidade como procedimentos cirúrgicos simples e partos. A expectativa é atender 6 mil pessoas, em média, anualmente. A assistência ao usuário será em sistema de concordância entre o Hospital das Clínicas (HC) e a nova unidade de saúde.

As instalações desta nova estrutura hospitalar deverão suprir uma carência regional no atendimento a casos de média complexidade. Com isto, a expectativa é desafogar o fluxo de atendimentos no HC. A Secretaria de Estado da Saúde liberou, em 2008, R$ 16 milhões para as obras.

Assessoria de Comunicação e Imprensa da FMB e HC/Unesp

Fim da carteira obrigatória da OMB

Do Blog do Bleffe

Uma boa notícia para os músicos. Pelo menos (por enquanto) os de São Paulo. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu, por unanimidade, a proibição da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) fiscalizar os músicos bem como exigir a inscrição na entidade.

O Acórdão garante aos músicos do Estado de São Paulo o direito de exercício da profissão, sem necessidade de prova, inscrição na OMB e sujeição ao regime disciplinar específico. O Acórdão destaca, entre outros pontos, que "a Lei nº 3.857/60 não exige o registro na OMB de todo e qualquer músico para o exercício da profissão, mas apenas dos que estão sujeitos à formação acadêmica sob controle e fiscalização do Ministério da Educação".

“De agora em diante os músicos do estado de São Paulo não podem mais ser fiscalizados pela OMB e nem tampouco ter a obrigatoriedade da inscrição na mesma”, disse Giannazi em seu pronunciamento na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Giannazi fez também uma representação no Ministério Público Federal pedindo a suspensão de vários artigos da Lei 3857/60 - que criou a Ordem dos Músicos do Brasil. Depois de julgada pelo Supremo, a ação pode passar a valer em todo o território nacional, desobrigando músicos da inscrição na entidade.

O Acórdão está disponível no site do Tribunal Regional Federal (www.trf3.jus.br). Para quem quiser consultar na íntegra, o número do processo é 2005.61.15.001047-2.

Fonte: http://www.musicaemercado.com.br/revista/musicaemercado/noticias.asp?id=2623