janeiro 30, 2010

A macumba, o prefeito e seu motorista

A notícia chegou na redação mais rápido que uma bala.  Do outro lado da linha a fonte afirmava em tom de indignação: “O Prefeito está jogando lixo no rio”.

A reportagem não teve dúvidas foi até o local e encontrou, nas proximidades, um prédio em construção ao lado da ponte onde teria ocorrido o delito.

O número de testemunhas era muito grande, todos os 30 funcionários da obra afirmaram terem visto o carro oficial do município estacionar ao lado da ponte e dele descer o motorista com um saco suspeito, olhar para um lado e para o outro e depois arremessar o estranho pacote no leito do rio.

Por incrível que pareça. Essa história é baseada em fatos reais

A indignação tomava conta da obra, todos queriam saber porque o prefeito, representado pelo seu motorista, teria jogado lixo no principal rio da cidade.

De volta para a redação a tarefa agora era ouvir o outro lado e descobrir o que havia acontecido. O repórter tinha uma única certeza, o caso não se tratava de alucinação coletiva.



O primeiro passo foi ouvir o Secretário de Comunicação que ficou impressionado com a história e afirmou que não acreditava na história, para ele o prefeito era um homem íntegro e nunca lançaria qualquer tipo de sujeira nas águas do pobre rio.

Mesmo defendendo a inocência do chefe do executivo o prudente secretário pediu algumas horas para conversar com a autoridade máxima do município e seu motorista. Após meia hora de espera a resposta chegou, o secretário solicitava uma conversar pessoal com o repórter. Bate papo que foi agendado para o final da tarde. Além disso ele também pedia que a matéria não desse entrada na gráfica antes do ecnontro.

A angustiante espera chegou ao fim. Por volta das cinco e meia da tarde o motorista do rpefeito entra na redação cabisbaixo acompanhado do secretário, e pedem para falar com o chefe de redação o qual os recebem prontamente.

Após alguns minutos o repórter é chamado para participar da reunião, olha ao redor e percebe o chefe de redação com um leve sorriso nos lábios, sente o desespero do motorista e a seriedade no olhar do secretário.

- Conte para eles o que aconteceu – Pede o secretário em tom autoritário, porém amigo.

- Bem... - Começa ao motorista sem tirar os olhos das pontas dos sapatos – Acordei na manhã de ontem e na porta de minha casa tinha umas velas coloridas e um frango estranho dentro de uma travessa, como sou evangélico procurei o pastor que me recomendou que me livrasse daquele “trabalho” jogando tudo em água corrente. Fiz o que ele me pediu, não sabia que o escândalo seria tão grande.

As explicações prosseguem e o motorista explica que na noite anterior havia levado o prefeito para uma longa viagem e retornou tarde da noite e apenas por isso, acabou levando o carro oficial para a casa.

- Eu estava indo trabalhar, o prefeito não estava comigo e nem sabe dessa história. Por favor, não coloca nada no jornal não! – pede.

O secretário é enfático ao afirmar ao motorista – Se isso for publicado você com certeza estará na rua. Por mais que o prefeito goste de seu trabalho.

O chefe de redação questiona o repórter e quer saber se ele concorda em ter todo o trabalho de coleta de informações perdido.
- Tenho compromisso com o pessoal que me relatou a história, não posso segurar a notícia não. Lamento a situação, mas acho que você poderia ter tido mais cuidado e jogado essa macumba em outro lugar.

A sala é tomada por um minuto de silêncio e então o chefe de redação encontra uma solução – O repórter tem um compromisso com a fonte e eu com a notícia, mas se as testemunhas te desculparem e acharem que você não tem culpa não temos razão para publicar a história – Sugere o editor.

- Vamos até o local agora mesmo e se o repórter achar por bem revelar as suas fontes ele (o motorista) não verá problema nenhum em pedir desculpas. Não é mesmo? – Questiona o secretário, esperando um posicionamento do servidor público que responde com um arrependido sim.

O grupo sai em comitiva, no carro oficial segue o secretário de imprensa e o motorista torcendo para que as fontes perdoem o erro do pobre servidor municipal, em outro veículo segue o repórter e o fotógrafo torcendo o contrário e aguardando uma bela foto do pobre motorista se desculpando e recebendo uma negativa – Essa será a manchete – pensa o repórter.

A chegada da comitiva paralisa as atividades do canteiro de obras. O motorista desce do carro e precisa de um incentivo do secretário de comunicação para explicar toda a história.

Envergonhado, mas com a certeza de que o perdão significa a manutenção de seu emprego ele repete toda a história narrada na redação e pede desculpas.

Os funcionários se entreolham, discutem o assunto baixinho, alguns dão altas risadas. O motorista sente o rosto ficar vermelho de vergonha e logo chega o chefe de obras, que bate nas costas no motorista.

- Que isso não se repita. É lógico que entendemos as suas explicação – E sai dando gargalhadas da situação.

O Estranho Mundo de Zé do Caixão, no CCB

Às 23 horas de hoje, será exibido nas paredes da Sala Raymundo Cintra, no Centro Cultural de Botucatu, o filme “O Estranho Mundo de Zé do Caixão”, como parte da programação da série Clássicos do Terror, organizada pelo Cineclube Ybitu Katu. “Na semana passada (sábado) estava programada a exibição do longa ‘O Bebê de Rosemary’, mas a energia elétrica acabou e tivemos que cancelar para uma nova data, que ainda não agendamos”, explica Carlos Alexandre Henrique Fernandes, um dos diretores do cineclube.

Costumam prestigiar as sessões, uma média de 20 pessoas, entretanto a sessão das 23 horas tende a atrair uma plateia maior. “Muitas pessoas nunca tiveram a oportunidade de assistir a algo do ‘Zé do Caixão’ e sem dúvida, acabarão aproveitando essa oportunidade”, ressalta.

Além da exibição do longa de terror, o Cineclube também abrirá espaço para a exibição do musical “All that jazz - O show deve continuar”, de Bob Fosse (1979). A projeção acontece às 19h30.

O longa é um relato semi-autobiográfico da vida do escritor,diretor e coreógrafo, Bob Fosse, artista vencedor do Oscar, do Tony e do Emmy, trazendo para seu país um total de oito troféus.

O CCB fica na Praça XV de Novembro, nº 30. A entrada é franca, mas é recomendada a doação de um quilo de alimento não perecível.

janeiro 29, 2010

Conheça o samba enredo do Bloco da Imprensa de Botucatu

O Bloco de Carnaval da Imprensa gravou na tarde de quinta-feira (28), seu samba enredo 2010. A Letra, escrita pelo jornalista Quico Cuter, fala sobre ações do bem e a preservação da natureza. O tema é "Reciclando o Estandarte, vou doar meu coração". As fantasias estão sendo produzidas com materiais reaproveitáveis. A música pode ser conhecida em sites, blogs e durante a programação das rádios de Botucatu.

O trabalho foi realizado nos estúdios da Rádio Criativa FM e teve apoio do diretor da emissora, Anderson França, além do carnavalesco Renato Lumina Pupato (voz) e André Luiz Negutinho (cavaquinho). O samba será divulgado nas rádios, sites e  ensaios da Imprensa que acontecem às quartas, quintas-feiras (às 19h) e domingo (14h30).

"Agradecemos muito o apoio dado pela imprensa local na divulgação, bem como todos que estão ajudando. Eessa gravação não seria possível sem a participação do instrumentista, do puxador do samba e da rádio", comenta o organizar do Bloco da Imprensa, Cristiano Alves.

Como participar
Instrumentistas que tocam caixa, especificamente, estão sendo solicitados a procurerem a organização do Bloco de Carnaval da Imprensa. Os ritmistas estão sendo convidados para ensaios dos próximos dias e desfile da Imprensa no dia 15/2 (segunda-feira), na Av. Dom Lúcio.

Os ensaios acontecem na AA Ferroviária e são abertos a todos que pretendem compor a bateria. O Bloco solicitou à Secretaria de Esportes a Praça do Ginásio Municipal para realizar os últimos ensaios.

Informações: 9704-6793 - Rogério, mestre de bateria.

9718-1852 - Cristiano, organização geral.
www.blocodaimprensa.ning.com

Ouça o samba enredo








janeiro 28, 2010

Mc Rappórter e Sisters na Festa dos Bixos 2010

Por Renato Fernandes

A Festa do Bixo 2010, evento promovido pela Jonas Colaute Propaganda e Eventos, acontece no dia 5 de fevereiro, já definiu suas atrações, trata-se das animadoras de plateia do programa Brothers (Rede TV) “Sisters”, Mariana Skieres, Ana Rosa Tanos, Tatiane Dias  e o ‘MC Rappórter’ acompanhado do Vigarista.

O evento mantém a tradição de trazer atrações de renome nacional, para entregar a premiação a melhor aluna do Colégio Anglo de 2009, o estudioso receberá um carro Celta 2010, zero quilômetro. ”Ano passado tivemos a participação do jogador de futebol Biro Biro”, explica o empresário Jonas Colaute.

A festa começará por volta das 20 horas, no próprio Anglo, na Avenida Santana, nº 653. Após a meia-noite, a festa tem prosseguimento na Casa Noturna Éden. “A festa tem como objetivo comemorar a entrada dos alunos na universidade. Após um ano de estudo puxado, nada melhor que uma boa festa. Os estudantes do Colégio que passaram no vestibular ganham o ingresso para a Éden”, antecipa Colaute.

As chaves do carro será entregue ao melhor aluno pelo Mc Repórter, o músico é uma das principais atrações do Programa Brothers. Sua missão é entrevistar personalidades, utilizando rimas para compor as perguntas. Na maioria dos casos os entrevistados tentam acompanhar, mas poucos conseguem.

No cenário musical o ‘MC Rappórter’ é conhecido como Max B.O, nome artístico de Marcelo Silva, seu trabalho é consolidado por parcerias de peso como: Trio Mocotó, Funk Como Le Gusta, Marcelo D2, além de apresentações com Seu Jorge, Nação Zumbi, O Rappa e internacionais como Afrika Bambaataa, Zion I e De La Soul.

O artista transita livremente entre os territórios do rap e do repente nordestino.

Max atuou no longa “Antonia”, de Tata Amaral (Coração da Selva), como assistente de direção no média metragem sobre rima de improviso “Versificando”, de Pedro Caldas (13 Produções).



Começa a venda de ingressos para o show de "Victor e Leo"

As produtoras do show com a dupla sertaneja “Victor e Leo”, em Botucatu, no dia 7 de março, iniciará a venda de ingressos, sexta-feira (29/02). “Estamos acertando os pontos de vendas e divulgaremos assim que eles estiverem estabelecidos”, explica o empresário Marcelo Carbonari.

O palco para a apresentação será armado no recinto de exposições da JVC Eventos. O primeiro lote de ingressos estará à venda por  R$ 20 (estudantes); R$ 25 (pista com desconto), R$ 40 (Área Vip) e a reserva de camarote para dez pessoas fica em R$ 1 mil.
A dupla é conhecida no meio universitário por sua versatilidade em colocar interpretar no estilo pop, sem perder a essência da música sertaneja.

Em 2009, duas canções, ao mesmo tempo, integraram a trilha da novela Paraíso, às 18 horas, na Rede Globo. Uma como tema de abertura, o clássico “Deus e Eu no Sertão”, e a romântica “Nada Normal”, tema das personagens Rosinha (Vanessa Giácomo) e Terêncio (Alexandre Nero).

Informações sobre camarote e ingressos, podem ser obtidas pelo telefone: (14) 3813-5450.

Pensar que já caçamos até Chupa-cabras

Limpando minhas velharias encontrei uma pasta estranha cheia de segredos.  Em seu interior estavam guardados recortes do período em que caçávamos chupa-cabras. Éramos uma equipe de jornalistas do Diário da Serra, no grupo Haroldo Amaral, eu (Renato Fernandes) e os fotógrafos Sidney Trovão e Marcelino Dias. Tínhamos até a figura do chargista Marcos Spernega, em atividade.

Tudo ocorreu em 1997, com a entrevista de um fazendeiro de Pardinho ao programa A Marreta, da Rádio Municipalista, após levar a notícia para toda Botucatu nas ondas do rádio, o proprietário de terras procurou o jornal, e coube a eu ouvir e escrever os primeiros relatos sobre o aparecimento do estranho ser que sugava o sangue de ovelhas.

No dia anterior a essa entrevista o homem havia assistido o popular Programa do Ratinho, na pauta do apresentador uma matéria sobre o famigerado ser que havia atacado uma granja chamou a atenção do fazendeiro, que percebeu similaridades com ao ataque a seu rebanho de ovelhas.

Em menos de uma hora lá estávamos nós, eu e o fotógrafo Sidney Trovão, na cidade de Pardinho entrevistando caseiros, fazendeiros e comerciantes, o assunto em toda a cidade era um só: “Estamos sendo atacados por chupa-cabras”.

A cada pessoa consultada, um nome era acrescentado à lista de cidadãos que haviam tido contato com a criatura. Procuramos todos eles, alguns gesticulavam enquanto falavam, outros comentavam sobre o barulho que os cães faziam durante o ataque, houve aquele que chegaram a ver óvnis na mesma data dos ataques e sentiram odores estranhos no ar.

Chegamos realmente a ver alguns animais sem uma gota de sangue no corpo, o que não significa que foram vítimas de criaturas não identificadas.

Numa tarde de 1997, ao chegar à redação um recado aguardava em minha mesa, era da revista UFO, pedindo informações sobre os ataques, reuni tudo o que o jornal havia publicado e enviei por fax. Os recortes que constam nesse post é exatamente o mesmo enviado à revista.

O mito em torno da criatura ganhou corpo. Crianças tinham medo de ir à escola e o encontro de um cadáver em área rural da cidade logo começou a ser associado à criatura. Havia chegado o momento de silenciar.

Digitalizei as páginas e charges que relembram a época em que caçávamos chupa-cabras e as disponibilizo para todos os interessados.

Clique nas imagens para ampliar


 
  

 

  
  
  
  







Conservatório de Tatuí divulga classificados para semifinal do 17º Festival de MPB

Composições de São Paulo, Pernambuco, Pará, Minas Gerais e Rio de Janeiro foram selecionadas para as semifinais do 17º Festival de MPB - Certame da Canção, evento organizado pelo Governo de São Paulo por meio do Conservatório Dramático e Musical "Dr. Carlos de Campos" e Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí. O Festival de MPB acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro e distribuirá um total de R$ 27 mil em prêmios.

As 20 composições semifinalistas foram selecionadas entre 394 inscrições, de 15 Estados brasileiros mais o Distrito Federal. O Festival de Música Popular Brasileira de Tatuí é oficializado pelo decreto nº 40.833/96 e, neste ano, passou a contemplar três ações distintas: Certame da Canção, Painel Instrumental e Raiz e Tradição.
Foram selecionadas 20 músicas de cinco estados diferentes
As canções inscritas passaram por um processo de triagem e seleção coordenado pela pianista, compositora e arranjadora Cristina Machado e pela cantora Eliete Murari. Entre as músicas selecionadas, 11 são de São Paulo, sendo sete da Capital e quatro do interior. Há, ainda, quatro semifinalistas de Minas Gerais, duas do Pará, duas do Rio de Janeiro e uma de Pernambuco.

As 20 músicas semifinalistas serão apresentadas, ao vivo, no teatro "Procópio Ferreira", no Conservatório de Tatuí, em duas eliminatórias nos dias 26 de fevereiro (dez músicas) e 27 de fevereiro (dez músicas). As datas e ordem de apresentação das músicas serão definidas por meio de sorteio.

Dez músicas serão escolhidas pelo júri para a finalíssima do dia 28 de fevereiro. A melhor composição receberá prêmio de R$ 10 mil. Também serão distribuídos prêmios de R$ 6 mil ao segundo colocado; R$ 4 mil ao terceiro colocado; R$ 3 mil ao quarto colocado; R$ 2 mil ao quinto colocado; além de R$ 1 mil ao melhor intérprete e à música de aclamação popular.

Além da competição entre os participantes de diferentes Estados brasileiros, o festival contará também com um show especial, que será definido pela organização do evento.

O 17º Festival de MPB é realizado com objetivos de fomentar, difundir e incentivar a música popular brasileira, direcionar o interesse da população para esta importante forma de expressão cultural e revelar novos talentos.

Conheça as 20 músicas selecionadas:

"Acabou-se Assim"
Participante: José Manoel de Carvalho Neto - Recife (PE)
Letra, música e intérprete: Zé Manoel

"Brazilian Music"
Participante: Leonardo Dias - São Paulo (SP)
Letra: Alison Sãozinho. Música: Léo Gionni. Intérprete: Vinho Vinil

"Chorei num Samba"

Participante: Italo Lencker - São Paulo (SP)
Letra e Intérprete: Bruna Moraes. Música: Ítalo Lencker

"Concretizo"
Participante: Ismael Campos Tiso Junior - Três Pontas (MG)
Letra: Cassius de Carvalho Guimarães. Música e Intérprete: Ismael Campos Tiso Junior

"Decreto"
Participante: Camila Cristina Ribeiro Alves - Belém (PA)
Letra, Música e Intérprete: Camila Alves

"Difícil Inverno"
Participante: Mauro Mendes - Belo Horizonte (MG)
Letra: Mauro Mendes. Música: Carlin de Almeida. Intérprete: Regina Dias

"Diga-lhe que Mando a Meia"

Participante: Bruno Mattos Ferreira - São Paulo (SP)
Letra e música: Bruno Mattos. Intérprete: Banda Bicicletas de Atalaia

"Faltando o Verso"
Participante: Jozi Lucka - Nova Friburgo (RJ)
Letra: Jozi Lucka. Música: Carlota Marques. Intérprete: Jozi Lucka

"Finda a Dor"

Participante: Gustavo Bombonato Delgado - Tatuí (SP)
Letra: Leandro Melo Oliveira. Música: Gustavo Bombonato Delgado. Intérprete: Martina Marana

"Iluminada"
Participante: Alfredo Andrade dos Reis - Belém (PA)
Letra: Alfredo Reis. Música: Tynnoco Costa. Intérprete: Nanna Reis

"Imigrantes"
Participante: Sérgio K. Augusto - São Paulo (SP)
Letra e música: Sérgio K. Augusto. Intérpretes: Sérgio K. Augusto e Thi Augusto

"Injúria Cega"
Participante: Zeca Barreto - São José do Rio Preto (SP)
Letra, música e intérprete: Zeca Barreto

"Malabarista"
Participante: Marília Duarte - São Paulo (SP)
Letra, música e intérprete: Marília Duarte

"Manhã Serena"

Participante: Diorgem Jr. - Governador Valadares (MG)
Letra, música e intérprete: Diorgem Jr.

"Penúltimas"
Participante: Gileno Foinquinos - São Paulo (SP)
Letra e música: Gileno Foinquinos. Intérprete: Maués

"Tom Sur Tom Blues"

Participante: Jozi Lucka - Nova Friburgo (RJ)
Letra: Jozi Lucka. Música: Regina Vergaças. Intérprete: Jozi Lucka

"Um Dia Daqueles"

Participante: Ito Moreno - São Paulo (SP)
Letra, música e intérprete: Ito Moreno

"Um Pouco Mais de Blue"
Participante: Douglas Simões - Piracicaba (SP)
Letra e música: Douglas Simões. Intérprete: Julia Simões

"Vênus"

Participante: Mauro Mendes - Belo Horizonte (MG)
Letra: Mauro Mendes. Música: Carlin de Almeida. Intérprete: Regina Dias

"Xoteando o Velho Samba"

Participante: Francisco Silva - Suzano (SP)
Letra e Música: Francisco C. de Assis Silva. Intérprete: Teresa Galvão

Serviço
17º Festival de MPB - Certame da Canção
Data: 26, 27 e 28 de fevereiro de 2010
Horário: 20h30
Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415 - Centro - Tatuí-SP
Show especial a definir
Informações: (15) 3251-4573
www.conservatoriodetatui.org.br

Do Conservatório de Tatuí


Enchentes: problema de força maior

* Antonio Gonçalves

O Estado, por definição, é um ente personificado que tem como função representar os membros de uma comunidade num dado espaço e num tempo determinado. Não existe uma figura que defina fisicamente o Estado, mas sim um conjunto de pessoas representadas na figura de um governador, um prefeito, um Presidente, como reza o artigo 18 da Constituição Federal.

Para que as pessoas coexistam em harmonia e em paz, o Estado disciplina acerca das normas de respeito e convivência entre os cidadãos e, por conseguinte, assegura alguns direitos e deveres a essa comunidade.

Àquele que transgredir as normas responderá pelo dano causado na esfera do delito (penal, civil, administrativa, etc). Já no campo dos direitos, o Estado assegura educação, saúde, segurança, lazer e condições mínimas de subsistência, como água encanada, esgoto, etc.

De tal sorte que cabe ao Estado gerir o gasto com esses setores em contrapartida ao dinheiro arrecadado com os impostos, contribuições, taxas, etc., a sobra tende a ser revertida em investimentos.

No caso das enchentes, que ultimamente vem causando enormes prejuízos em todo o país, na maioria das vezes o dano é causado pela omissão do ente público, ou seja, o Estado não atuou diretamente para evitar o evento danoso e, apesar de não ter culpa pelas chuvas torrenciais, em vários casos, os estragos ocasionados pelas enxurradas seriam evitados se o ente gestor cumprisse com sua função.

O cidadão paga impostos (como o IPTU) para que o Poder Público faça o desentupimento das galerias da rede pluvial, a construção de piscinões e a limpeza de bueiros e bocas-de-lobo. Logo, o cidadão tem direito a receber uma indenização pelos prejuízos causados pelas chuvas, pois os danos, na maioria das vezes, ocorreram por negligência das autoridades constituídas. Logicamente que o cidadão também possui sua cota de responsabilidade com bitucas de cigarros sendo jogados em bueiros, lixo nos rios, etc. mas novamente cabe ao Estado desenvolver um forte e amplo trabalho de conscientização com aplicação de multas em caso de decumprimento.

E, nessa complexa equação, como proceder quando ocorre um dano na engrenagem, ou seja, um problema que afeta à população como um todo, de quem será a responsabilidade? Como determinar se houve um erro?

A Constituição Federal é clara ao estipular no artigo 37, caput, §§2 e 3, o funcionamento do Estado bem como sua responsabilidade mas, na prática, a clareza será a mesma? Não é o que temos acompanhado com casos de grandes proporções.

Apesar de a sociedade recolher seus impostos e cumprir com suas obrigações da melhor forma possível, no momento da contraprestação os governantes alegam “força maior”? Os direitos são exigidos e cumpridos, mas os deveres são relegados a fenômenos naturais.

Tal atitude não chega a ser inédita, porém para o bom funcionamento da própria sociedade é chegada a hora de se abandonar o caminho unilateral, ou seja, que o Estado exerça, de fato, sua função de dar e receber e não apenas receber e jogar para as perdas, senão tudo será motivo de força maior.

* Antonio Gonçalves é advogado, Doutorando e Mestre em Filosofia do Direito pela PUC-SP. Fundador da banca Antonio Gonçalves Advogados Associados, é autor de diversas obras, entre elas, "Quando os avanços parecem retrocessos -Um estudo comparativo do Código Civil de 2002 e do Código Penal com os grandes Códigos da História" (Manole, 2007).


janeiro 27, 2010

Conheça o sistema Ning e crie a sua rede social

Apesar da infinidade de redes sociais disponíveis na internet, ainda se fazia necessário um sistema que permitisse a criação de espaços para serem compartilhados por grupos de amigos, profissionais e até mesmo cidades.

Nesse cenário surge o Ning, um sistema que permite a qualquer pessoa criar sua rede social de forma rápida e com pouco conhecimento em programação. Contratar um web designer para a criação tornou-se desnecessário.

O Ning oferece dois sistema, no gratuito o proprietário disponibiliza de 10GB de armazenamento e  100GB de largura de faixa. O que garante uma rede social com aproximadamente 5.000 fotos ou  500 vídeos.

Com o crescimento da rede o proprietário pode contratar opções  garantindo vários benefícios, como o aumento de banda, acréscimo de anúncios e até mesmo utilizar um domínio próprio.

A rede é totalmente customizável e oferece vários temas aos iniciantes. Utilizam esse sistema a rede social Artesanato em Rede,   Clube Caiubi de Compositores  e a Botucatu Amizade.

Gostou da idéia?  Quer criar a sua rede social? Então vamos lá
Entre no site www.ning.com

No primeiro campo da página que se abrirá preencha o nome da Rede Social. Como sou adepto do Steampunk criarei uma erede social para os apreciadores dessa arte.

Em Ning Network Address, você digitará a URL que pretende batizar a rede. Clique em Create

Na página seguinte mantenha o nome da rede social e nos campos de opção opte em tornar a rede pública ou privada.

Em Tagline escreva um texto breve de apresentação,  ele aparecerá no cabeçalho da rede social. Em Description descreva os objetivos da rede social.

Em Keywords coloque palavras chaves que descrevam a sua rede social, separe as palavras com vírgula.

Em Language determine o idioma que será utilizado em sua rede social e em Country selecione o país, nesse momento aparecerá o campo City – Escreva o nome da cidade onde a rede terá a sua base. Clique em Next

A página que se abre agora garante a possibilidade de adicionar recursos À rede social. Recomendo que deixe isso para depois, primeiro compreenda melhor o sistema. Clique em Next.

Agora você foi  encaminhado para uma página com vários temas e as possibilidades de configuração, Básica, Todas as Opções e Avançado.

Trabalhe as configurações que achar necessário e clique em iniciar. Pronto, sua rede social foi criada.

Falta de apoio faz produtor cultural abandonar a atividade

Por Renato Fernandes

O produtor cultural Robson Marques anunciou na segunda-feira (25), que está deixando de operar, apontando como razão  a falta de apoio da Secretaria Municipal de Cultura. “Não trabalho mais como produtor enquanto continuar essa gestão”, com essas palavras iniciou a entrevista.

Segundo ele, o problema começou no ano passado quando não conseguiu ser atendido, adequadamente, para discutir detalhes do projeto “Primavera Cultural”. “Fiquei decepcionado com a postura da Secretaria de Cultura de uma forma geral. Decidi que, se é para ser atendido da forma como eu fui, é melhor não trabalhar mais como produtor aqui em Botucatu. Pelo menos, enquanto não tiver uma mudança séria da secretaria, na minha opinião, a solução é mudar a figura do secretário”, declarou

A trajetória de Marques como produtor teve início em 2006. Desde então , ele responde por eventos como: Toquinho, Leila Pinheiro, O Retrato de Doryan Grey, O Teatro Mágico, Nany People, Zé Geraldo, Ballet da Ucrânia, entre outros.

O profissional garante que sempre trabalhou com produção artística por gostar da atividade. “É algo que gosto e que colabora com o meio cultural da cidade. No segmento que atuo, teatro e shows intimistas o objetivo não é viver profissional e unicamente das produções. O ano passado encontrei uma série de dificuldades, posturas inadequadas com relação ao apoio. Bastava  abrir as portas para ouvir o que temos a dizer. Houve um menosprezo quanto ao trabalho do produtor, aí não! Enquanto a postura da Secretaria de Cultura for essa eu encerro as minhas atividades”, reforça.

Questionado sobre as razões específicas dessa decisão, o empresário explica que em administrações anteriores o sentido da palavra parceria era melhor interpretado. “Nos consideravam como parceiros mesmo. Não no sentido de dar alguma coisa, mas trabalhar junto de forma administrativa ou logística, ou simplesmente ouvindo o que tínhamos a dizer. Tudo começa pela falta de disponibilidade para ouvir. A única vez que fui atendido foi com hora marcada mas, com arrogância, de olho no relógio durante a reunião, atendendo celular e abrindo e-mail ao mesmo tempo. Se é para receber assim não receba”, reclama.

Diante do que considera menosprezo e mal atendimento, Marques tentou parceria com outras Secretarias e garante que foi melhor recebido na Subsecretaria Municipal de Turismo. “Percebemos que na mesma estrutura, na Subsecretaria de Turismo, deram maior atenção para as coisas simples e formalizamos parceria no mesmo dia. O que pedimos foi  intermediar o contato com a Secretaria de Esporte para alojamento, assinatura de um ofício para a Sabesp, a fim de facilitar o repasse de uma verba. São coisa que passei  mais de dois meses solicitando na Secretaria de Cultura sem retorno. O patrocínio da Sabesp, que necessitava apenas de um ofício, caiu de R$ 2 mil para R$ 900, o que refletiu no valor de ingressos”, diz.

Além do relacionamento tumultuado entre o produtor e o secretário da Cultura, também são citados motivos técnicos para a desistência. “Faltando dois dias para um evento me ligaram do teatro comunicando que não teriam o iluminador. Eu precisaria disponibilizar um técnico. Era um dos principais eventos da ‘Primavera Cultural’, o show com o ‘Bee-Gees Cover’, e de uma hora para outra não tem mais o iluminador.  Teriam que, ao menos, descontar esse valor da contratação do técnico da taxa de teatro, era uma situação de emergência. Lavaram as mãos e deixaram por conta do produtor”, relata.

Para ele é importante a população tomar conhecimento das razões pelas quais está deixando a produção de espetáculos. “Minha intenção é comunicar a população. Têm pessoas que conhecem o meu trabalho e por respeito ao público tenho que fazer esse comunicado. É importante que saibam o motivo pelo qual estou parando com as atividades. Esse comunicado também será  disparado em meus contatos de e-mail”, justifica.

Diante de tantas dificuldades, Marques encaminhou, no dia 28 de setembro, um ofício ao prefeito municipal, João Cury Neto, onde solicita esforços para a formalização de uma parceria. “O ofício não resultou em nada. Após isso, cheguei a  conversar com o prefeito e mostrei o ofício, concordou com o exposto e disse que iria falar com o secretário (Osni Ribeiro), pediu uma relação prioridades que a Prefeitura poderia ajudar. Não estava pedindo dinheiro, mas sim o apoio para alojamento e veículo para translado, além do ofício para a sabesp”, afirma.

Marques ainda deixa claro que alguns eventos que fizeram parte da “Primavera Cultural”, foram repassados a ele através da administração do Teatro Municipal Camillo Fernandez Dinucci. “Ligaram lá (Municipal) e fizeram o agendamento da pauta, depois procuraram um produtor, isso é normal. Ligam para confirmar a disponibilidade de data e em seguida pedem referência de produção local. Cheguei a ouvir que nem era eu realmente quem estava trazendo o evento. Que a atração viria de qualquer forma, e isso não é verdade, as companhias fazem o contato, mas se não tiver um produtor local eles não se apresentam”, ressalta.

O empresário faz questão de citar as atribuições do produtor local. “Cabe aos produtores locais a captação de patrocínio, divulgação da atração, preparar o camarim, reservar o dia para receber o artista, cuidar das negociações burocráticas e toda a logística de permanência dos artistas na cidade. Enfim, é tudo o produtor local, o artista acompanha o trabalho de longe. Quando ele (Osni Ribeiro) me recebeu, disse que não é interesse da Secretaria fazer produção, mas então, que exista um reconhecimento sobre a importância do trabalho. É necessário que revejam as maneiras para se garantir a ajuda. Cheguei a ouvir o seguinte: Porque ajudar se você ganha com isso? Não vejo problema em receber pelo trabalho? Sempre defendi que se fizessem as contas abertas, se tiver renda extra, destinamos para doação. Repito: não vejo problema em ganhar dinheiro trabalhando”.

As reclamações e o ofício acabaram garantindo que o prefeito João Cury estabelecesse contato com o produtor. “O prefeito me ligou dizendo que o Osni me procuraria, mas até agora nada”, garante.

Secretário da cultura diz que está disposto a conversar sobre o caso

Em nota, o secretário municipal da Cultura, Osni Ribeiro, disse que está disposto a covnersar.

Confira a nota: “Eu lamento a posição do Robson de deixar o trabalho de produção, são profissionais necessários para a cena cultural do município, mas me espanta a maneira como ele coloca a sua relação com a Secretaria. Todos os produtores que se utilizam do Teatro Municipal tem igual tratamento. O Administrador do Teatro pode dar maiores detalhes, mas o procedimento é esse:

   1. As companhias ou artistas fazem uma pré-agenda no Teatro Municipal, essa agenda gera um processo normal de locação do espaço, cujas receitas são depositadas no Fundo Municipal de Cultura.

   2. Alguns solicitam informação sobre produtores para apoio local, a administração do teatro fornece uma relação de produtores cadastrados.

   3. À partir daí, os contatos e entendimentos sobre o trabalho fica entre artistas e companhias e os produtores locais. Não há interferência da Secretaria ou da Administração do Teatro nesse processo.

   4. Os produtores locais são remunerados diretamente pelas companhias ou artistas que se utilizam de nosso equipamento cultural.

Nenhum dos outros produtores locais se utiliza da prática de solicitar apoio logístico à Secretaria quando realiza eventos com caráter comercial. É justo que o profissional receba pelo seu trabalho mas é necessário que sejam adotadas práticas comuns nessas relações. Nesse caso específico havia eventos que já tinham pré-agenda no municipal e adotamos a mesma política que foi utilizada em mais de uma centena de outros espetáculos que aconteceram no Teatro.

Assim, não consigo identificar a citada falta de apoio e nem mesmo questões pessoais nessa situação.

Não é nossa intenção causar descontentamento ou alimentar situações que não colaboram para a construção de nosso movimento cultural e me coloco a disposição para atender ao Robson ou a qualquer outro produtor que  tiver interesse, para esclarecer esses e outros procedimentos.”


Curso pré-vestibular dará carro ao melhor aluno

O Colégio Anglo de Botucatu dará de presente ao melhor aluno do ano um carro Celta, zero quilômetro, em festa que acontecerá no dia 5 de fevereiro.

Segundo o empresário Jonas Colaute Filho, o colégio toma como base o desempenho do estudante durante o ano, tendo como referência as notas conquistadas em 8 simulados. “Somando os simulados temos um total de 680 questões aproximadamente”, explica.

A premiação já é tradicional. Em 2008 o prêmio foi concedido a Caroline Mazetto, que foi aprovada em seis cursos de medicinas, em Universidades Públicas. Na ocasião, a premiação foi entregue pelo jogador de futebol Biro Biro. “Para o próximo ano, pensaremos uma forma de premiar uma quantidade maior de alunos. Em 2009 foram apenas 20 pontos de diferença entre o primeiro e o segundo colocado”, explica.

Para este ano a programação do evento tem início no próprio colégio, na Avenida Santana, nº 653, por volta das 20 horas. “A partir da meia-noite a festa tem continuidade na casa noturna Éden. “Os alunos que passaram no vestibular terão a entrada franca”, revela. 



Dragões da Vila conta com nova diretoria

A Associação Recreativa Dragões da Vila está com nova diretoria, para comandar suas atividades durante o biênio 2010/2011.

A nova diretoria já iniciou os trabalhos e tem como presidente Romualdo Pinton. O quadro geral ficou composto da seguinte forma: vice-presidente - Antônio Cecílio júnior; 1º secretário - Luiz Pereira; 2º secretário -   Dr. Lourenço Talamonte Neto; 1º tesoureiro - Carlos Eloy Pereira, 2º tesoureiro - Nilseu Giacóia; Diretor Social - José Antônio Gragnani e diretor de patrimônio - Antônio Cláudio Moraes.

A gestão anterior teve como presidente o empresário Antônio Cecílio Júnior, que deixou o comando  defendendo o idealismo de não continuismo, deixando o cargo para novas lideranças. “Sangue novo sempre é bom”, diz Cecílio.

Enquanto esteve no comando Cecílio foi responsável pela substituição do forro de gesso por PVC, no salão da sede social - Vila dos Lavradores; aquisição de 250m cadeiras de ferro e exaustores para a renovação do ar ambiente. “Agradeço a todos os colaboradores e simpatizantes do dragões da Vila e desejo sucesso ao Romualdo e equipe”, diz.


Semana cultural traz comitiva do consulado Japonês para Botucatu

Em maio, Botucatu terá uma semana especial dedicada à cultura japonesa, com atividades desenvolvidas pela Associação Botucatuense de Cultura Japonesa, Prefeitura Municipal de Botucatu e acompanhamento e auxílio do Consulado do Japão no Brasil e da Fundação Japão e Jica e  apoio da Unesp.

Para discutir o assunto Botucatu recebeu na sexta-feira, dia (22) a visita de uma comitiva do Consulado composta pelo  cônsul e diretor geral do Departamento Consular, Takeshi Goto, o diretor de intercâmbio cultural da Fundação Japão, Goki Yamashita e o assessor consular Masaki Furusugui. O grupo foi recepcionado na sede da Associação de Cultura Japonesa por seu atual presidente João Gushiken.

Em seguida, esteve em reunião na Prefeitura Municipal de Botucatu onde se reuniram com o prefeito municipal João Cury e o secretário do prefeito Marcos Aparício Cordeiro. Juntaram-se à comitiva, Minoru Sakate e Julio Nakagawa, da Associação de Cultura Japonesa.

O grupo visitou vários pontos da Cidades e teve a oportunidade de conhecer a estrutura disponível para a realização da Semana da Cultura Japonesa, evento que tem como data provável a última semana de maio.

A comitiva foi apresentada ao Teatro Municipal Camillo Fernandez Dinucci, Espaço Cultural Antônio Gabriel Marão, Praça Brasil Japão e ao jornal Diário da Serra. “Esse evento é um importante intercâmbio cultural entre as culturas. Queremos garantir a realização de várias atividades, entre elas exposições e shows”, explica o cônsul.

Para Cordeiro, o evento poderá movimentar não apenas os setores culturais, mas também a rede hoteleira fomentando o turismo. ‘Queremos que a Cidade se prepare para essa festa. Que os hotéis ostentem uma decoração especial e adequada. Afinal, serão convidadas comunidades japonesas de vários pontos do Estado de são Paulo’, sugere.

Além disso, o cônsul fez questão de conhecer o câmpus da Unesp de Botucatu. No local, foi recebido pelo Professor Dr. Sérgio Swain Muller, diretor da Faculdade de Medicina, que garantiu o apoio da instituição ao evento.

Segundo nota da Subsecretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Botucatu, Goto destacou que Botucatu é uma cidade com grande potencial cultural e se mostrou encantado com a estrutura que lhe foi apresentada.

Após o almoço, Takeshi Goto e Goki Yamashita receberam das mãos do prefeito João Cury Neto, o título de hóspedes oficiais do município. A promessa é de que em maio, o cônsul geral do Japão no Brasil esteja presente para a solenidade de abertura da Semana da Cultura Japonesa.

Imprensa intensifica ensaios para o Carnaval de 2010

Há poucos dias do desfile de Carnaval em Botucatu, o Bloco da Imprensa intensifica os ensaios da bateria e confecção das fantasias. A bateria se reúne todas as quartas, quintas-feiras, às 19 horas e aos domingos, às 14h30, na Associação Atlética Ferroviária (AAF). A oficina de bateria ocorre todos os dias nas casas dos integrantes do Bloco dos Comunicadores.

O puxador do Bloco, Marcos Rogério Morecci, destaca que as pessoas ainda podem comparecer aos ensaios para terem um lugar no desfile com a Imprensa. “Os foliões devem aproveitar as últimas semanas de preparação e garantir um lugar”, destaca.

Neste ano, o Bloco trabalha o samba enredo “Doe Vida”, destacando as pessoas que fazem o bem, além da importância da preservação ambiental. O grupo de Carnaval tem apoio da AAF.
Informações (14) 971818-52 ou blocodaimprensa@gmail.com.