abril 30, 2008

Governo exibe carteira de trabalho eletrônica

O ministério do Trabalho apresentou a nova carteira que exibe código de barras e acompanha cartão eletrônico.
As novas carteiras possuem um código de barras que permite às empresas copiarem os dados da caderneta eletronicamente. Quem tirar o novo documento, receberá ainda um cartão magnético. O cartão será enviado para o endereço do trabalhador em até 90 dias após ele retirar a caderneta de papel.
Com o cartão, será possível consultar em terminais físicos e no site do ministério informações como depósitos no FGTS, tempo de contribuição e dados bancários sobre os recursos do trabalhador.
A partir de 2009, o cartão servirá também para que o trabalhador que perder seu posto saque seu seguro desemprego direto num caixa eletrônico, sem precisar passar pela fila de bancos como Caixa Econômica para o saque.
A nova carteira já está disponível para quem for às representações do ministério do Trabalho no Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Até agosto, ela estará presente em todos os postos do ministério no Brasil, disse o ministro do Trabalho, Carlos Luppi.
As atuais carteiras de trabalho continuam válidas e os novos modelos vão substituir gradativamente os modelos antigos, na medida em que os trabalhadores tirarem nova documentação.

Trabalhadores da área da saúde fazem curso de atualização em casos de dengue

A Equipe de Vigilância em Saúde Ambiental da Prefeitura de Botucatu, realizou nesta quarta-feira, 30 de abril, um curso de atualização para diagnóstico, manejo clínico e notificação de casos de dengue.
O curso foi realizado nas dependências da Secretaria de Saúde, tendo como público alvo, profissionais ligados a área de saúde. Participaram do evento médicos e enfermeiros da rede municipal, médicos da Unimed e do núcleo de Vigilância Epidemiológica da Unesp, bem como outros profissionais pertencentes a região que abrange o grupo de Vigilância Epidemiológica de Botucatu.
Os trabalhos foram ministrados através de palestras e apresentações, discussões e simulações de encaminhamentos de casos de dengue. As explanações foram feitas pela Diretora da SUCEM de Sorocaba, Sueli Yasumaro, pelo chefe da Equipe de Vigilância Ambiental de Botucatu, André Perez e pelo Médico Infectologista do PSF do Jardim Peabiru, Paulo Machado.
Dentre os assuntos abordados, foram debatidos o tratamento que deve ser feito em possíveis casos da doença, a forma de diagnóstico e assuntos ligados a vigilância epidemiológica. Também foi conversado sobre a atual condição da cidade de Botucatu com relação ao combate da dengue e a situação estadual e nacional frente a doença.

Código ambiental foi discutido em audiência pública


Vereadores e ambientalistas discutiram o tema na Câmara

No final da tarde desta terça-feira, dia 29, ocorreu na Câmara Municipal de Botucatu, uma audiência pública que tinha o propósito de discutir o Projeto de Lei Complementar no. 009/2008 que dispõe sobre o Código Ambiental, a Política Municipal do Meio Ambiente do Município de Botucatu e sobre o Sistema Municipal do Meio Ambiente.
A mesa de autoridades foi composta pelos vereadores Prof. Caldas, Luiz Rúbio e Lelo Pagani, pelo Secretário Municipal de Meio Ambiente, Vado Silva e pela Presidente da ONG SOS Cuesta, Juliana Griese.Caldas iniciou a audiência explicando aos presentes os procedimentos que envolvem a aprovação de códigos na Casa de Leis de acordo com seu Regimento Interno e Vado Silva forneceu uma rápida explanação sobre o projeto do Código Ambiental. “Este projeto levou tempo para ser elaborado e não dispõe sobre nenhuma questão relacionada a zoneamento ou delimitação de áreas, envolve questões sobre fiscalização, preservação, vigilância, publicidade, entre outros fatores que, na verdade, servirão como instrumento para a Secretaria do Meio Ambiente trabalhar com mais amplitude e sempre dentro da legislação”, coloca.
Alguns especialistas fizeram sugestões ao texto do projeto e as modificações sugeridas foram mostradas aos presentes. Os vereadores presentes propuseram estender o prazo para discutir o projeto do Código Ambiental para acolher outras possíveis sugestões da comunidade. “Se acompanharmos o trâmite, os vereadores tem até esta quarta-feira para fazer emendas ao projeto, mas acreditamos que a questão é importante e necessita de mais tempo para discussão e acolhimento de sugestões. Essas possíveis sugestões poderiam ser acolhidas pelo Prefeito que, por sua vez, retiraria o projeto e apresentaria outro já contendo as emendas acatadas. O ideal é aprovarmos um projeto que beneficie população, meio ambiente e o nosso município”, explica Caldas.
O Secretário Municipal de Meio Ambiente aprovou a idéia e ressaltou que não tem pressa para analisar o projeto desde que, quando aprovado, sirva para ajudar o trabalho executado por seu departamento. “Não há urgência, porém é importante aprovarmos esse projeto que realmente irá beneficiar a ação de nossa secretaria e, em conseqüência, o município”, informa Vado Silva.
Ficou acertado entre os presentes que os interessados em sugerir emendas ao projeto podem encaminhar suas sugestões à Secretaria Municipal do Meio Ambiente até o dia 7 de maio. Os funcionários do departamento irão copilar o material para possibilitar sua análise na próxima reunião que está marcada para o dia 13 de maio, às 14hs, na Câmara Municipal de Botucatu.
Os interessados em colaborar com emendas ao projeto podem utilizar o e-mail: condema@botucatu.sp.gov.br.
Para Caldas, Rúbio e Lelo Pagani, os objetivos da audiência pública foram alcançados plenamente. “Nossa intenção era ajudar na discussão de um projeto que é essencial para o município de Botucatu. Saímos da reunião com um encaminhamento positivo propiciando a participação de especialistas e membros da sociedade civil. Nosso objetivo é aprovar um código que beneficie a todos”, informam.